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Tratamentos Psicológicos

Baixa autoestima

A autoestima é a parte do nosso autoconceito que torna a nossa couraça emocional mais ou menos resistente. Amar a nós mesmos de forma incondicional é, sem dúvida, a pedra fundamental do bem-estar psicológico, porque embora o conceito de amor próprio possa parecer simples, é realmente mais importante do que se imagina.
É impossível ser feliz se você não amar a si mesmo. Não importa o que aconteça, o que as pessoas digam, os nossos fracassos, amar e se aceitar é o alicerce para construir uma vida cheia de satisfação, prazer e realizações.

Na Terapia é possível aprender um grande conjunto de técnicas e estratégias para pensar, sentir e agir de uma forma positiva. Globalmente, a terapia tem os seguintes componentes:

• Compreender eventuais experiências negativas da infância, da escola ou mesmo acontecimentos sociais negativos que possam estar na origem de crenças negativas. Compreender como os estilos de educação dos pais (por exemplo pais frios e exigentes ) podem estar na origem de padrões demasiado perfecionistas que reduzem a auto-estima. Modificar os estilos de pensamento negativos para maneiras de pensar construtivas, optimistas e eficazes.

• Identificar e corrigir a "voz crítica" que ataca a auto-estima. Estes pensamentos críticos automáticos que aparecem na mente compara-o com outras pessoas, coloca padrões perfecionistas impossíveis de atingir ou que obrigam a um sofrimento excessivo e atacam-no na mais pequena falha (além de não aceitar os sucessos). Na terapia pretende-se desarmar e cortar este ciclo vicioso de pensamentos irracionais. Esta voz crítica é rígida porque não aceita falhas, pode ter sido interiorizada sem se dar conta se estes pensamentos são realistas ou se aplicam-se às suas características e necessidades; é irrealista porque prescreve comportamentos absolutos e globais, impossíveis de atingir no mundo real. Vejamos alguns exemplos de crenças (altamente) irracionais: Ex: "Tenho de ser o aluno perfeito, o amigo ideal"; "Tenho de encontrar soluções para tudo"; "Nunca me devo sentir mal, tenho de estar sempre feliz"; "Tenho de ser completamente competente"; "Nunca devo cometer erros", "Tenho de estar sempre ocupado, relaxar é perder tempo", "Quando tiver o corpo perfeito serei aceite por toda a gente e serei completamente feliz", etc.

• Treinar uma auto-avaliação e auto-aceitação positiva, aprendendo a lidar de forma equlibrada com as forças e fraquezas. A baixa auto-estima critica e ataca ao mínimo erro, em vez de lidar de forma natural com os inevitáveis erros que cometemos na vida e com a imperfeição de qualquer escolha.

• Identificar pensamentos negativos que diz a si próprio, devido a experiências negativas de vida. Por vezes não existem experiências de vida negativas na origem destes pensamentos, mas poderá ter aprendido regras que reforçaram uma visão negativa de si ao longo dos anos ("se falhar nisto não tenho valor") que minam uma boa auto-estima.

• Corrigir os erros de pensamento utilizados em muitas situações, que mantêm um ciclo negativo de pensamento. Desarmar este ciclo e os pensamentos "gatilho" que ligam o pensamento irracional.

• Construir um sentimento de valor pessoal que seja pouco influênciável a pressões sociais negativas (ex: ser o melhor em tudo, ser mais magro, ser mais rico, comparar apenas com o mais bem sucedido, necessidade de ter aprovação de toda a gente, corresponder a determinados modelos de beleza, lidar com pessoas negativas e críticas , preconceitos,etc) e a auto-aceitação.

• Aprender a lidar com as emoções negativas e aprender a lidar com a crítica dos outros e com os próprios erros de forma construtiva, que devem ser interpretados como fontes de aprendizagem e não como pretextos para a auto-crítica.

• Colocar em prática, de forma realista, progressiva e gradual as estratégias aprendidas e formar um plano pessoal para manter uma forma de pensamento eficaz ao longo da vida.



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